A história revela 6 formas horríveis de tortura contra cristãos

Quem segue alguma religião e conhece um pouco da história dela sabe de alguns casos de violência. O cristianismo foi um grande alvo de perseguições na história – e promoveu algumas perseguições também. Mas nessa lista, você vai conhecer histórias de tortura contra os primeiros cristãos.

1. Queimado vivo

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A vida de São Lourenço não foi tão impactante quanto sua morte, mas acabou se tornando um símbolo. Ele se opôs às ordens do Imperador. Depois da decapitação do Papa Sisto II, o Imperador exigiu que o dinheiro da igreja fosse entregue ao Estado, mas São Lourenço se recusou a entregar e afirmou que o dinheiro seria dividido entre os fiéis. Ele foi queimado vivo em uma grelha.

2. Arrastado Vivo

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Fundador da Igreja Cristã em Alexandria, Marcos se também se tornou um símbolo. Ele pregava o cristianismo e o fim da adoração a deuses e deusas egípcias. Em uma revolta do povo, ele foi arrastado vivo por dias até que enfim morresse. No entanto, mesmo depois de morto, seu corpo ainda continuou sendo arrastado até que seus ossos ficassem a mostra.

3. Remoção da pele

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Um castigo recorrente na época que matou Bartolomeu, um dos 12 apóstolos. A dor é tão forte que as vítimas geralmente desmaiavam. Com o tempo, os torturadores descobriram que se a pessoa ficasse pendurada de ponta-cabeça, o fluxo maior do sangue no cérebro evitava o desmaio. Geralmente a pele era removida em pequenos pedaços até que não restasse mais nenhuma região com pele.

4. Devorado por cães

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Invenção do Imperador Nero, as pessoas eram costuradas com pele de animal silvestre e jogadas aos cães para serem devoradas vivas.

5. Devorado por porcos

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Essa punição foi usada especialmente no período de 363. A vítima tinha a barriga aberta e eram jogados grãos de milho entre suas entranhas, depois porcos eram soltos para que comessem os grãos e os órgãos do torturado junto.

6. Roda do despedaçamento

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Este método também era conhecido como “Roda Catarina” e nele as vítimas eram amarradas em círculos de madeira, onde seus ossos eram esmagados com golpes de marreta. As pessoas eram deixadas assim para morrer, o que podia levar dias.