Essas são as 10 “últimas palavras” mais bizarras do corredor da morte

No Brasil, a pena de morte não existe – tampouco a prisão perpétua – embora um sujeito possa ser condenado a mais anos do que efetivamente é capaz de cumprir, humanamente falando. Mas essa é uma modalidade penal existente em alguns lugares do mundo, e é disso que vamos falar agora.

Você consegue se imaginar no corredor da morte? É mais ou menos disso que se trata: pessoas condenadas a pena de morte sabem exatamente o dia e hora que deixarão de respirar. Você consegue imaginar? Consegue imaginar quais seriam suas últimas palavras?

Provavelmente, você deve estar pensando que um ser humano condenado a tal pena com certeza se arrepende da hora final, não? Bom, a coisa não é bem assim. Nem todo mundo faz uma reflexão comovente da própria vida antes de morrer. Aliás, alguns dos registros são perturbadores.

Confira 10 das “últimas palavras” mais assustadoras do corredor da morte:

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1. John Wayne Gacy Jr., o Palhaço Assassino:

Esse cara foi condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte. Ele era palhaço de eventos, animador de festas e, simultaneamente, um serial killer. A ele, foram atribuídas as mortes de 19 garotos, dos quais ele também abusou sexualmente. Outros homicídios foram relacionados a ele, mas sem provas suficientes. Ele foi morto por injeção letal, e antes de morrer, teria dito “beijem minha bunda”.

corredor-morte22. Peter Kürten, Vampiro de Düsseldorf:

Esse cara chorou a todos lá na década de 20. O alemão tinha fascinação por beber sangue humano e essa era basicamente a sua grande motivação para os crimes. Ele foi condenado pela morte de 9 pessoas – em todos os crimes, requintes de crueldade.

Suas últimas palavras, foram: “Diga-me, depois que minha cabeça for cortada, ainda vou ser capaz de ouvir, pelo menos por um momento, o som do meu próprio sangue jorrando do meu pescoço? Isso seria um prazer para acabar com todos os prazeres.”

corredor-morte33. Aileen Wuornos:

Essa mulher foi condenada a injeção letal e morreu em 2002. Ela se passava de acompanhante para roubar e matar suas vítimas; foram mais de 6 homens. Suas últimas palavras: “eu só gostaria de dizer que estou velejando com a pedra e eu vou estar de volta como no Dia da Independência, com Jesus, 6 de junho. Como no filme, grande nave-mãe e tudo. Eu devo retornar”.

A história de Aileen foi contada no filme “Monster“, de 2004.

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4. James French

Pode-se dizer que James buscou ser condenado a pena de morte. Para ser preso, ele matou um homem que apenas cruzou seu caminho para oferecer carona. Depois de preso, ele estrangulou seu companheiro de cela até a morte.

Ele foi morto na cadeira elétrica, aos 30 anos, e antes de morrer teria dito: ““Qual é o título para isso? ‘French Fries'” (batata frita).

corredor-morte55. Robert Alton Harris

Esse cara foi condenado a câmara de gás pela morte de dois garotos. Suas últimas palavras: “Você pode ser um rei ou um varredor de rua, mas todo mundo dança com o Grim Reaper.”

corredor-morte66. Thomas J. Grasso

Mesmo tendo sido condenado a pena de morte pelo homicídio de dois idosos, tudo que esse homem teve a dizer na hora da morte foi uma reclamação por não ter recebido tudo que pediu como última refeição: “Eu não recebi o spaghetti que pedi. Eu quero que a imprensa saiba”.

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7. Manuel “Manny” Pina Babbit

Esse cara é uma grande contradição. Mesmo no corredor da morte, pela morte de uma das inúmeras vítimas de agressão que ele colecionava, ele foi condecorado por sua bravura na guerra do Vietnam. Suas últimas palavras: “eu perdoo-lhes tudo”.

8. Edward Kelly, Ned.

Esse homem foi condenado pela morte de 6 pessoas, todas fuziladas. Antes de sua morte, ele disse apenas que “essa era a vida”.

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9. Barbara Graham

Morta na câmara de gás pelo homicídio de um homem a chicotadas, ela acabou conseguindo que sua frase se tornasse famosa. “As pessoas boas estão sempre confiantes de que possuem razão”.

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10. Amelia Dyer 

Sua condenação, inicialmente, se deu pelo homicídio de 6 pessoas. No entanto, depois de abertas investigações, outras mais de 400 mortes foram atribuídas a ela. Amelia era enfermeira de profissão e criou um orfanato falso, onde supostamente, ajudaria mulheres em situação vulnerável a criar seus filhos. Todas as crianças que deram entrada foram encontradas mortas, por asfixia ou estrangulamento. Suas últimas palavras “não tenho nada a dizer”.